Orientação jurídica para quem vive e trabalha no campo: regularização de imóveis rurais, contratos de arrendamento e parceria, usucapião rural e conflitos de terra. Nossa equipe analisa a documentação e a situação da sua propriedade.
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A terra é o principal patrimônio de quem vive do campo, e problemas de documentação, posse ou contrato podem comprometer anos de trabalho. Regularizar a área e formalizar as relações rurais é a forma de proteger esse patrimônio.
A Dra. Sarah Fiorot e a nossa equipe analisam a documentação da sua propriedade e a sua situação para indicar os melhores caminhos, com OAB/ES 36.884.
Atuação nas questões de terra e atividade rural.
Retificação de área, georreferenciamento, CCIR, CAR e registro atualizado para dar segurança jurídica à propriedade.
Reconhecimento da propriedade de quem ocupa e produz na terra pelo tempo previsto em lei, pela via judicial ou extrajudicial.
Elaboração e revisão de contratos de arrendamento, com atenção às regras do Estatuto da Terra.
Contratos de parceria com divisão de resultados e riscos da produção, ajustados à realidade do seu negócio.
Análise de documentação, verificação da área e acompanhamento da negociação e da transferência.
Atuação em esbulho, servidão de passagem e disputas de divisa entre propriedades rurais.
Orientação sobre contratos de crédito rural, cédula de produto rural e renegociação de dívidas do campo.
Inventário e partilha de terras com atenção à continuidade da produção e à divisão entre herdeiros.
Um caminho organizado do primeiro contato à solução.
Avaliação dos documentos da propriedade, da posse e da situação da área.
Definição do melhor caminho para regularizar, contratar ou resolver o conflito.
Condução do processo ou do contrato com você informado em cada etapa.
É o ramo do direito que trata das relações ligadas à terra e à atividade rural, como a propriedade e a posse de imóveis rurais, a regularização fundiária, os contratos de arrendamento e parceria e os conflitos no campo.
A usucapião rural permite reconhecer a propriedade de quem ocupa e produz em uma área pelo tempo e nas condições previstas em lei. A depender do caso, pode ser feita pela via judicial ou extrajudicial, após análise da documentação e da posse.
No arrendamento, o proprietário cede o uso da terra em troca de um valor previamente ajustado. Na parceria, as partes dividem os resultados e os riscos da produção. Cada modelo tem regras próprias no Estatuto da Terra e efeitos diferentes para quem contrata.
Em muitos casos a regularização é importante para dar segurança à área e permitir vender, financiar ou transferir o imóvel. Itens como registro atualizado, georreferenciamento, CCIR e CAR costumam ser exigidos. A necessidade depende da situação de cada propriedade.
A transferência ocorre por inventário, e a partilha precisa considerar a legislação sobre imóveis rurais e, quando é o caso, a continuidade da atividade produtiva. A forma de dividir depende do número de herdeiros, do tamanho da área e das regras aplicáveis.
A análise prévia da documentação e da situação da área ajuda a reduzir riscos, como dívidas, disputas de posse ou restrições ambientais. O acompanhamento jurídico traz mais segurança para a negociação e para a transferência.